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NA PELE.

Íntimo, intenso, profundo, belo e triste.

E nessa arte de poetizar a vida, a morte, a dor, paramos para observar, sentir, entender, meditar, tomar alento e depois; depois prosseguir.

Há quem ignore que só compreendemos os sinais, quando já é tarde.

Difícil é sentir na pele e não ter mais o abraço.

Edward Gannen